hesitótipos de intrínseca paranomeia / minha vida sem microondas

Sábado, Outubro 10

a bolachinha

Depois de mascar dois chicletes, o teu estômago pede algo que digerir realmente, e é onde entra a bolachinha. Tão satisfatória como os dois chicletes foram no seu momento, a bolacha maria integral se asselha a hóstia; no conceito de repartir o pão.

Pelo que vejo, nada mais religioso que a bolacha maria.

Quando a gente é criança a bolacha dura muito tempo; inventamos mil técnicas para comer a maior quantidade de bolacha em um maior tempo; pois já desde alí temos inevitavelmente que controlar a fúria do apetite.

Só que agora o apetite já se encheu de algumas bolachas do Javi, entra a hora de um novo "digestivo". E da uma preguiça imensa descer pra fumar. Maior que o caminho dalí aqui.

chiclete

Gente... precisava dizer oi pro meu blog, pois já estava perdendo a prática. Tem dia que me dá uma dessas e sinto a necessidade de escrever por aqui, o que anda passando por aí, ou por lá. Aliás, lá faz barulho, para o horário que é.

Assim, nunca fui muito de chupar chiclete, é como regurgitar, mas, ao mesmo tempo, tem algo de interessante nisto. Agora eu dei a sorte de pegar um chiclete com gosto de perfume. A sensação é estranhíssima, a de mascar perfume de melancia. Tudo bem. Até eu chegar no chiclete, eu tive que descer pra fumar, e aí, me encontrar com um chileno barrado no baile. Ele se considerava pagão no meio dos seus amigos médicos que entraram em um bar, e ficou de fora porque não "ia de frac". Resultado: eu. Eu era a salvação de que "ele e seus amigos pudessem recuperar um pouco daquela amizade que ficou pra trás", nunca tinham chegado a este ponto comigo. Deixei-lhe claro, eu desci com um planning que é fumar o cigarro e subir. Trouxe a chave e o isqueiro.

O chiclete não tem nada a ver com a estória, e veio de alguém repetitivo; ficou alí, parado, até este exato momento em que tem gosto de perfume, e aumenta a minha vontade de fumar, cujo impedimento aumenta meu apetite sexual. Aliás, mascar um chiclete é algo que se deveria fazer na mais profunda intimidade; a gente não precisa compartilhar isto com ninguém.

Ainda assim... uns dos rituais de "intimidade" entre adolescentes, é compartilhar o chiclete. Podemos tranquilamente chamá-lo "beijo objetivo". Objetivo pois não é beijo propiamente, mais que no momento de encontro das salivas que não é simultâneo em ambos sujeitos. Neste beijo-objetivo, o ritual do chiclete, as bocas se encontram com o momento de querer beijar-se sem o peso e o compromisso temporal que isto comporta! E ao mesmo tempo, ambos fazem o ridículo de regurgitar em companhia. Simil do amor.

Diga não à frustração sentimental, compartilhe um chiclete; se você conseguiu aos 12, porque não vai conseguir aos 42?

Sábado, Outubro 3

Olimpiadas 2016



Pelé, seja sincero, você chorava de preocupação ou alegria?

Quarta-feira, Julho 8

Nino


Me gusta cuando te tengo patas arriba,
cuando tu cabecita cae, dormida, a la derecha, y deja tu cuello al descubierto.
Desprevenido.
Me gusta así, porque te puedo oler muy despacito, y no te despiertas, te dejas,
te dejas porque eres un gato, canceriano, y que adora mis besos en el cuello.

Ronroneas, y llevas hoy todo el día durmiendo.

Sábado, Junho 6

queridos amigos


Alow você que passa aqui de vez em quando para saber se estou viva! Sim! Sim! Estou viva, irradiando vontade de me reunir com meus queridos amigos e minhas melhores lembranças. Vou logo logo....

As lembranças são esses pequenos lugares essenciais nos que sempre voltaremos a estar juntos, em futuro mesmo. Que ao mesmo tempo será futuro inédito e de novos lugares, sabores, sensações: como um novelo de lã atmosférico. Quero a melhor pizza do mundo, passear por ambientes perfumados e voltar a conviver com paranóia da limpeza que acompanha os bons modos. Juro que quero superar todas contradições vistas, vividas, reiteradas e redundantes de ver que o grande problema que vejo normalmente é o de me enfrentar com a maneira de dizer as coisas. As coisas podem ser ditas? Quanto melhor a verdade se expressa, maior o conserto ou o estrago! É como se o verbo fosse grande parte do novelo, se não todo ele. Por isto, já vou avisando que preciso de abraços e beijos, pão de queijo e paçoca, café e as suas novas-velhas historias. Estou levando um pacote delas, a troco, com muitas ganas de uní-lassssss! Amo vocês todos!

Sábado, Abril 11

no carro com meu paipai

Domingo, Abril 5

bonitinhos!

[falta botar a mesma foto há dez anos atrás, mas preciso de um escaner. volta logo Rafa!]